A magia do Natal

Toda uma mística para visitar o Pai Natal, na sua pequena casinha de madeira, mesmo ao lado de uma breve floresta no meio da cidade, recebidos pelos seus dois duendes de sorriso rasgado e vestidos a rigor (ainda que calçados com os ténis da moda, nada contra que eu também gosto).
Sentados ao lado daquela figura grande e gorda, esse sim vestido a rigor da cabeça ao pés - e às mãos, que tanta cu riosidade geraram no meu pirolito mais novo - ao lado porque ao colo nem pensar, tal é a timidez de cada um, mas com aquele olhar de quem está a ver magia a um palmo do nariz!
Uma surpresa que não queriam largar, queriam ficar ali mesmo, o Vicente a olhar para o senhor de barbas vestido de encarnado, o Vasco apenas sentado na sua ovelhinha fofinha que ponderei trazer para casa tal foi a paixão.


No final do dia, no regresso a casa o Vicente diz-me: "mamã, aquele senhor não era o Pai Natal a sério" e eu sem saber o que ele estaria a pensar, perguntei simplesmente: "ai não?! Porque dizes isso?". Ao que ele me responde muito certo das suas palavras: "não era o Pai Natal a sério porque tinha cabelos cinzentos atrás. Era um ajudante do Pai Natal porque ele teve que ficar a fazer os presentes para dar no Natal. Ele não podia estar aqui senão atrasava-se!" 

E a magia acontece!


Beijo. 

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